29 de mai. de 2011
O ALFABETO DA FELICIDADE
(A): É muito difícil definir a FELICIDADE, esse bem tão desejável. No entanto, podemos falar sobre ela, expondo diferentes ângulos pelos quais pode ser vista, apreciada e compreendida. Assim, podemos afirmar, por exemplo, que a felicidade está presente quando não somos obrigados a fazer o que não queremos. O simples fato de termos de engolir o que não queremos nos torna infelizes, não é verdade? Outro exemplo: as coisas complicadas raramente trazem felicidade; ela é mais facilmente encontrada nas coisas simples.
(B): A felicidade não se permite ser egoísta. Quando verdadeira, ela quer espalhar-se, contaminar tudo à sua volta. Ela quer doar-se! Nesse sentido, é uma riqueza que a todos quer enriquecer.
(C): Não existe felicidade completa. Quando compreendemos e aceitamos esse fato, ficamos mais sábios, passando a saborear melhor cada gota de felicidade proporcionada por nosso destino e nossos esforços.
(D): A felicidade tem de ser procurada ativamente. Se ficarmos passivamente à espera de alguém ou de algum fato que nos traga felicidade, veremos que ela nunca chegará. Ao contrário, é muito provável que a tristeza chegue antes dela.
(E): A felicidade é uma graça exigente, pois requer inteligência, energia, atenção e empenho. Só quando esses requisitos estiverem presentes, ela poderá se aproximar de nós.
(F): Ser gentil traz felicidade, pois é uma atitude pertencente à família do AMOR.
(G): A felicidade é uma árvore cujas raízes estão dentro de nós mesmos; apenas suas folhas dependem das coisas exteriores.
(H): Por incrível que pareça, o fato de termos sido infelizes nos permite apreciar melhor a felicidade.
(I): A verdadeira felicidade está em ficarmos livres de preocupações, emoções negativas e desejos incontroláveis.
(J): Os deuses nos criaram para sentirmos felicidade. Somos nós que fazemos de tudo para atrapalhar esse desígnio.
(L): O descontrolado excesso de desejos é o maior inimigo da felicidade.
(M): Ter bom coração nos traz o prêmio da felicidade.
(N): Beneficiar os outros atrai a fada Felicidade.
(O): Ter felicidade é estar bem na cabeça, no coração e no corpo.
(P): Quando, de alguma forma, proporcionamos felicidade, nos tornamos felizes.
(R): A felicidade é um pássaro fugaz e, por isso, não devemos tentar prendê-lo; podemos apenas admirar a sua beleza.
(S): Quem souber suportar o sofrimento com dignidade e nobreza chamará a felicidade para si.
(T): A felicidade ama quem procura sinceramente ser sábio, honesto e justo.
(U): Felicidade é estar bem na própria pele.
(V): Viver prisioneiro do egocentrismo é a maior das infelicidades. Ser capaz de sair dele, mesmo que por instantes, já é felicidade.
(X): Para um coração habitado pela felicidade, tudo é festa. Para um coração habitado pela raiva e pela mágoa, nem a melhor das vidas tem graça.
(Z): A felicidade faz dos desprovidos, milionários.
Show com a Banda Vida Reluz
É HOJE

Fonte: Projeto de Evangelização
Anjos de Jesus
Fonte: Projeto de Evangelização
Anjos de Jesus
Biografia da Cantora Adriana
Adriana pode dizer que passou por vários momentos marcantes em sua vida artística. Exemplo disso foi a participação na celebração ocorrida durante a estadia do Papa Bento XVI, no Brasil em 2007 e da gravação do primeiro DVD no mesmo ano. Já em 2008, participou do CD e DVD “Paz sim e violência não” do padre Marcelo Rossi, sendo a única cantora católica a participar do projeto.
A história da cantora, com a música católica, surgiu ainda na infância. A caçula dos dois filhos de Dona Maria Auxiliadora e Senhor José entrou para o coral da Capela Senhor Bom Jesus, que freqüentava em Cruzeiro aos sete anos de idade, quando ganhou de seu pai o primeiro violão. A pequena começou a fazer aula de violão e cada vez mais foi sendo cativada pela música
Já adulta, no ano de 1994, Adriana entra para a Banda Canção Nova, onde foi baixista, backing vocal e vocalista. Junto com a banda, em 1996, gravou o CD “Deus Existe” , intepretando várias canções e fazendo o backing vocal em outras. Seu primeiro trabalho fonográfico solo foi consolidado em 1999, quando gravou, pela CODIMUC, o CD intitulado "Reencontro”. A trajetória da cantora ganhou espaço
cenário da música católica e os shows não pararam mais, as viagens em todo o Brasil se tornaram algo constante para Adriana. Em 2001 veio o CD “Qual É a Chave?”, ainda pela CODIMUC. Em 2003, quando veio a terminar seu contrado CODIMUC, ela foi convidada pela Paulinas-COMEP a lançar o CD Lindo Céu, que foi lançado no mesmo ano. A parceiria com a gravadora dura até os dias atuais. Foi pela Paulinas-
que Adriana lançou em 2005 o CD “Mais Feliz”, em 2007 os seus primeiro CD e DVD ao vivo, intitulados de “Adriana Ao Vivo” e seu último lançamento, “Jardim Secreto”, lançado em 2009, e em 2010, uma coletânea chamada “Série Ouro”, em comemoração dos 50 anos da gravadora
Ainda em 2009, antes do lançamento de “Jardim Secreto”, Adriana lança pela gravadora Som Livre um álbum comemorativo de 10 anos de carreira solo, o CD “Milagres”, que possui a regravação inédita da canção homonima do Padre Fábio de Melo e com participação do mesmo.
1999 - Reencontro (CODIMUC)
2001 - Qual É a Chave? (CODIMUC)
2003 - Lindo Céu (Paulinas-COMEP)
2005 - Mais Feliz (Paulinas-COMEP)
2009 - Jardim Secreto (Paulinas-COMEP)
Álbuns ao vivo2007 - Adriana ao Vivo (CD) (Paulinas-COMEP)
[editar] DVDs2007 - Adriana ao Vivo (DVD) (Paulinas-COMEP)
[editar] Coletâneas2009 - Milagres (Paulinas-COMEP e Som Livre)
2010
- Adriana - Coletânea Série Ouro- CD em comemoração dos 50 anos da Paulinas-COMEP (Paulinas-COMEP)
[editar] Banda Canção Nova (1994 - 1997)1996 - Deus Existe (Canção Nova)
Projetos Paralelos2007 -
Enredados ao Vivo Vol. 1 - Enredados Brasil (Adriana, Ziza Fernandes, Pe. Fábio de Melo, Dunga, Martin Valverde e Migueli) (Solo Sagrado Eventos e Produções)
Enredados ao Vivo Vol. 2 - Enredados Brasil (Solo Sagrado Eventos e Produções)
DVD Enredados ao Vivo - Enredados Brasil (Solo Sagrado Eventos e Produções)
2011 -
Coroação de Nossa Senhora - BOX Deus no Coração (CD 1) - Vários Artistas (Som Livre)
Humano Amor de Deus - BOX Deus no Coração (CD 3) - Vários Artistas (Som Livre)
Milagres - CD e DVD Uma História em Canções - Vários Artistas (Paulinas-COMEP)
Eu sou um jardim - CD e DVD Uma História em Canções - Vários Artistas (Paulinas-COMEP)
Decididamente - CD Em Santidade - Ministério Adoração e Vida
A Chave do Coração - CD Amor em Deus - Vários Artistas (Som Livre)
2010 -
Hallelluia - Hino do Hallel de Maringá
Resposta - Pe. Fábio de Melo - Coletânea Série Ouro - Pe. Fábio de Melo (Paulinas-COMEP)
Médico e Remédio - Molda-me - Dalvimar Gallo (Canção Nova)
Diamante Lapidado - Tudo Posso - Celina Borges (Som Livre)
Vem, Senhor Jesus - Atitudes Concretas - Ronaldo Novaes
Encontro com Maria - Uma nova História - Márcio Cruz
Lindo Céu - CD e DVD Paz Sim, Violência Não Vol. 2 - Pe. Marcelo Rossi (Sony BMG)
Na Lingua dos anjos - CD e DVD Paz Sim, Violência Não Vol. 2 - Pe. Marcelo Rossi (Sony BMG)
Milagres - Grandes Sucessos Vol. 1 - Vários Artistas
Humano Amor de Deus - Grandes Sucessos Vol. 1 - Vários Artistas (Paulinas-COMEP)
Lindo Céu - Grandes Sucessos Vol. 1 - Vários Artistas (Paulinas-COMEP)
Nossa Missão - Grandes Sucessos Vol. 2 - Vários Artistas (Paulinas-COMEP)
Glória e Majestade - Grandes Sucessos Vol. 2 - Vários Artistas (Paulinas-COMEP)
Nossos Caminhos - CD 1 e DVD Diácono Nelsinho Corrêa ao vivo - Diácono Nelsinho Corrêa (Canção Nova)
Emanuel - Junto ao Coração - Padre Delton Filho (Canção Nova)
Sagrada Comunhão - Vida Nova - Missão Fonte de Luz
Bem Perto eu vou estar - A Vitória Alcançarás - Mariani (Paulinas-COMEP)
Saudade - Canção Nova Sertaneja - Toninho e Jonas (Canção Nova)
Glória e Majestade - ElectroCristo a Festa não Para - ElectroCristo (Paulinas-COMEP)
Nova Unção - ElectroCristo a Festa não Para - ElectroCristo (Paulinas-COMEP)
Filho do Céu - Filho do Céu - Pe. Fábio de Melo (Canção Nova)
Lindo Céu - Hallel de Franca 20 anos ao vivo (Solo Sagrado Eventos e Produções)
Lindo Céu- ElectroCristo a festa continua - ElectroCristo (Paulinas-COMEP)
Nova Jerusalém- ElectroCristo a festa continua - ElectroCristo (Paulinas-COMEP)
Um Novo Sim - Marcos Pavan - Marcos Pavan (Paulinas-COMEP)
Jesus Amigo - Muda Tua Cara, Cara - Migueli (Solo Sagrado Eventos e Produções)
É Natal -Nosso Natal - Vários Artistas (Solo Sagrado Eventos e Produções)
CD e DVD 15 anos CODIMUC Um Só Coração Vol. 1 - Vários Artistas (CODIMUC)
CD e DVD 15 anos CODIMUC Um Só Coração Vol. 2 - Vários Artistas (CODIMUC)
Prisioneiro do Amor - Revelção - Nicodemos Costa (Edições Shalom)
Santo Coração- CD e DVD Venham Todos Adorar! - ao vivo - Pe. Márlon e Missão Sede Santos
Eu amo e Perdôo- CD e DVD Venham Todos Adorar! - ao vivo - Pe. Márlon e Missão Sede Santos
Doce Voz - A Força da Fé - Ítalo Villar (Paulinas-COMEP)
Doce Voz - A Força da Fé - Ítalo Villar (Paulinas-COMEP)
2003 -
Deus É Pai e Mãe - Terra, Alma e Coração - Pe. André Luna - (Paulinas-COMEP)
Pegadas da Tua Ausência - Marcas do Eterno - Pe. Fábio de Melo (Paulinas-COMEP)
2002 -
Tua Família - Luz das Nações - Anjos de Resgate (CODIMUC)
Luz das Nações - Luz das Nações - Anjos de Resgate (CODIMUC)
Chamado - Heaven's Dance 4 Eu vim para que Todos te
tenham Vida - Heaven's Dance - (CODIMUC
Ano da Certificação Álbum Gravadora Prêmios
2010 Jardim Secreto Paulinas-COMEP Disco de Ouro
- Milagres Som Livre e Paulinas-COMEP Disco de Platina
2008 Adriana Ao Vivo Paulinas-COMEP Disco de Ouro
2008 Adriana Ao Vivo (DVD) Paulinas-COMEP Disco de Ouro
2007 Mais Feliz Paulinas-COMEP Disco de Ouro
2004 Lindo Céu Paulinas-COMEP Disco de Ouro
- Qual É a Chave? CODIMUC Disco de Platina
2005
Reencontro CODIMUC Disco de Ouro
2008
I Troféu Online - CatolicosNews
Melhor Cantora de 2007 (Ganhadora)
Melhor Música de 2007 por "Humano amor de Deus" (Ganhadora)
2009 -
I Troféu Louvemos o Senhor
Melhor Cantora de 2008 (Ganhadora)
Destaque do ano de 2008 (Indicada)
2010 -
Votação Site Terra
Melhor Álbum Católico de 2009 por "Jardim Secreto" (Paulinas-COMEP) (Ganhadora)
II Troféu Louvemos o Senhor
Melhor Cantora de 2009 (Ganhadora)
Melhor Coletânea de 2009 por "Milagres" (Paulinas-COMEP e Som Livre) (Ganhadora)
Destaque do ano de 2009 (Indicada)
Melhor Interprete Feminino de 2009 (Indicada)
coloca tb umas músicas que vou te passar o nome
Abraço de Pai
Resgate
Chamado
A Chave do Coração
Amor que não se Cansa
Se Compreendesses do dom de Deus
Pacto de Esperança
Pra Te Adorar
Colo de Mãe
Ponto de Partida
Nova Unção
Lindo Céu
Lagrimas que Purificam
Glória e Majestade
Jovem te Olho
Nada é Impossível para Ti
Coroação de Nossa Senhora
Abandono
Entrega Tudo pra Mim
Olhos no Espelho
O Poder do Amor
Espera em Deus
Nova Jerusalém
Humano Amor de Deus
Diário de Maria
Nossa Missão
Reunidos Aqui
Eternamente Grata
Milagres
Teu Milagre
Tocar em Tuas Vestes
Só a Tua Graça
Eu sou um Jardim
Maior é Deus
Teu amor é maior
Contigo é Bem Melhor
Voar em Tuas Asas
Enviado por: Anderson Carlotto
28 de mai. de 2011
Simplicidade da vida!
Simplicidade da vida é acordar com um belo sorriso, e com a cabeça erguida; sentir-se num eterno paraíso!
É viver a cada dia, um sentimento profundo e como numa fantasia ser feliz neste mundo!
Simplicidades da vida, é ter sempre um amigo para nos consolar, pois haverá sempre um momento em que precisamos chorar.
É ser presenteada com uma linda flor, saber agradecer retribuindo com amor, contemplando o seu perfume e reconhecendo o seu valor;
Simplicidade da vida é diante do mundo inteiro, saber distinguir o dinheiro do amor verdadeiro!
É ter amor no coração para alimentar a fome, compartilhando o próprio pão, com os que à dias não come!
Simplicidade da vida é não se sentir sozinho, ao ter a simples companhia, de um pequeno passarinho!
É contemplar o pôr do sol, e com o silêncio da alma, ouvir um canto de um rouxinol, fazendo-nos manter a calma!
Enfim o grande mistério da simplicidade, é encontrar nas coisas mais simples da vida
O CAMINHO DA FELICIDADE
Fonte: Recanto da letras
26 de mai. de 2011
A Oração é em qualquer momento
( << A oração é um impulso do coração >> - Santa Teresinha
A oração não é algo que exija que tu viajes grandes distâncias para a encontrar ou que passes por algum processo rigoroso para a alcançares. Não é uma luta de subir uma montanha, contigo ofegante, encharcado na transpiração pelo esforço. A oração é muito mais simples, muito mais acessível. Tu só tens de tocar fundo, dentro de ti próprio.
É como um ritmo que está sempre a tocar, profundamente no teu interior, mas tu mergulhas em profundidades para o encontrar. Ou é como uma canção que é continuamente cantada, mas quem é que a está a ouvir? Só parando para a escutar é que tu a podes ouvir e é a canção de Jesus, a Palavra de Deus cantando em ti.
Ir profundamente dentro é ir onde tu queres estar, porque é só nesse nível profundo que a tua vida encontra significado vital. As coisas superficiais, as coisas da acção — ir a esta reunião, votar nesta comissão ou mesmo visitar alguém para o consolar e confortar — todas essas coisas têm significado se se relacionam com as profundidades do teu ser, porque é aí dentro que o significado existe ao ritmo da realidade: o ritmo da respiração em Deus e respiração de Deus. Se de algum modo nós não respiramos em Deus e não respiramos de Deus naquilo que nós fazemos, nós pouco nos mudamos a nós mesmos e às pessoas com quem nos relacionamos. Muitos especialistas têm mais “know-how” do que nós ao lidarem com problemas sociais, educacionais, económicos. Mas respirar em Deus e respirar de Deus para os outros — esta é a minha disciplina (de um curso) na minha particular natureza humana e deve ser o meu campo de atenção.
Hoje existem muitas aproximações no que diz respeito à oração. Essas práticas de meditação ajudam. É impressionante que nós, no mundo ocidental, estejamos a mudar a nossa atenção para os tesouros encontrados no Zen e no Yoga. Mas algo aqui me dá um pequeno toque. Nós, cristãos, somos como os mineiros a quem foram dados direitos, sem ter de pagar impostos, sobre uma mina de diamantes. Tudo o que temos de fazer é cavar aí. Mas nós ouvimos falar de ouro noutras montanhas e aí vamos nós para a mina de ouro do Zen e de ouro do Yoga. Não estou a dizer que nós não devamos ir para essas montanhas procurar ouro. Mas o que é que acontece aos diamantes na nossa própria mina cristã? Quantos de nós lemos os nossos santos cristãos, que nos falam como irmãos e irmãs nossos? Eles convidam-nos a alegrar-nos com eles e a reflectirmos sobre o que Jesus lhes deu e que eles nos querem ensinar.
Como uma espécie de símbolo do que é a oração, eu gostaria de tomar a nossa resgatada Catahoula hound (cadela de caça), Deirdre. Penso que isto não é irreverente, uma vez que Deus fez uma grande obra ao criar a Deirdre. Até agora, eu nunca fui capaz de detectar alguma verdadeira oração nela. De facto, quando quer que seja que nós nos reunimos para orar, Deirdre sai de ao pé de nós. Ela conhece todos os sinais e diz para si mesma: isto não é para mim. E vai dormir. Mesmo assim, eu digo que Deirdre é um bom símbolo para a oração. E eis como.
Ela está muito engrenada no momento presente e lança-se a si mesma nele com absoluta descontracção, tirando dele qualquer átomo de alegria que ele possa conter. Ela habita o seu mundo canino com classe. Espera o melhor dele e está completamente alerta para as qualidades positivas da experiência. Deirdre vive com entusiasmo, um grande tributo ao seu Criador. Alguém disse de Deirdre: “Eu nunca vi um cão com tão grande opinião acerca de si mesmo”. Este é um bom elemento básico para a oração: sê feliz contigo mesmo. Esquece toda a culpa nesses momentos em que te alegras que Deus seja Deus e que tu sejas tu.
A Deirdre é muito espontânea, ainda que ela tenha a sensação de que talvez tu tenhas umas regras especiais que é melhor que ela obedeça. A espontaneidade com Deus é também algo que nós raramente nos motivamos a ter. Nunca ninguém alguma vez orou como tu. Se tu podes mergulhar profundamente na oração ao caminhar nos bosques, ou flutuando sobre as imensidões de água, ou estando em cima de um tractor hora após hora num campo de feno, quem é que te pode dizer que um quarto silencioso é melhor para orar? A oração é para todos os lugares. Tu és o orante; e tu não te deves limitar a ti mesmo, a um lugar ou a uma posição, como estar de joelhos. Deixa que a oração te envolva em tudo o que fazes.
Deirdre expressa o que é ser um espírito livre, encontrando gozo nos espaços abertos e nos cantos escondidos. Oh, como ela é livre! Algumas pessoas dizem que ela é muito exuberante, mas eu gosto de pensar que ela é maravilhosamente, loucamente, descuidadamente livre. Talvez eles tenham inveja.
Com o salmista, cantemos a Deus à medida que admiramos todas as Suas criaturas, “Tu abres as Tuas mãos e satisfazes toda a coisa viva” (Salmo 145, 16)
Ir. Margaret Dorgan, DCM
(Tradução de Antonieta Vigário)
(in: http://carmelitesofeldridge.org/dorgancurrentr.html)
(Tradução de Antonieta Vigário)
(in: http://carmelitesofeldridge.org/dorgancurrentr.html)
Força do amor misericordioso de Deus
As relíquias mais preciosas que Teresa deixou são as palavras sábias e santas dos seus escritos espirituais, tesouro da sua memória para todos os cristãos. Uma das dimensões a valorizar na veneração de Teresa de Lisieux é o conhecimento da sua doutrina espiritual, simples e profunda, centrada na “Ciência do Amor divino”. Foi a esse título que João Paulo II a proclamou Doutora da Igreja em 1997 (1) . Assim se propunha para toda a Igreja e se confirmava a actualidade do seu caminho de “infância espiritual”.
Todos podemos partir da nossa pequenez e debilidade para nos abandonarmos à purificação do amor misericordioso de Deus e nos deixarmos modelar pela sua vontade. A Palavra de Deus é para Teresa do Menino Jesus o sacramento de Jesus de Nazaré que está vivo no Evangelho. Beber desta fonte viva iluminou os passos da sua vida. A Palavra de Deus foi fogo que lhe queimou o coração, constituiu o pão espiritual de cada dia. Assim acolhia, conservava e expressava em testemunho as palavras do Amado. O zelo do Amor contemplado devia abrasar o mundo. Jesus foi para Santa Teresinha o companheiro, o “livro vivo”, o Mestre onde aprender a “Ciência do Amor” ou conhecer o “carácter de Deus”. Foi no Evangelho que a Doutora da Igreja cimentou a via da clareza simples, humilde e atraente que somos convidados também a percorrer.
Esta perita na “ciência do amor” viveu do inefável mistério da Eucaristia e alimentou em Jesus eucarístico a energia da sua caridade. Desejava nunca perder da sua vida a presença de Jesus, implorando “Ficai em mim, como no sacrário” (2) . Comungar Jesus era o melhor remédio para curar a miséria humana e a força para comunicar a confiança em Deus, para manter no coração a sua presença paterna e materna.
2. Evangelizar a partir do amor
Da atracção do amor de Deus contemplado em Jesus, do mergulhar no oceano infinito do seu amor, resulta, na espiritualidade de Teresa do Menino Jesus, a irradiação transparente, a necessidade interior de corrermos ligeiros, abrasados pelo Amor (3) .
Da abertura radical a Deus partiu a largueza de horizontes apostólicos da Igreja, atenta a pessoas sem esperança e sem fé. Teresa de Lisieux, proclamada padroeira das missões em 1927, interpela a Igreja para uma evangelização que parta do amor, que se desgaste no anúncio do Amor misericordioso de Deus, em abertura total à confiança nele e pelo método de ardente comunhão com os não crentes.
A forma como Santa Teresa é padroeira das missões ajuda-nos a compreender o sentido profundo da obra missionária que não é pura persuasão, mas experiência jorrante do coração da Igreja que ama. Teresa do Menino Jesus captou que os apóstolos não proclamariam o Evangelho, que os mártires não derramariam o seu sangue se este coração não ardesse. Bastou compreender que o amor é tudo, que atravessa o tempo e os espaços. Percebeu como na clausura de uma pequena cidade se pode estar presente por todo o lado. Porque ao amar com Cristo, ela estava no coração da Igreja.
Na tarefa missionária, os temores são vencidos se “navegarmos nas ondas da confiança e do amor”. Se partirmos do amor não apenas avançaremos, mas antes voaremos (4) . A liberdade do anúncio, sem perturbação, é voo destemido dos que se sabem amados e se lançam confiantes nas vias altas de serem mensageiros do Reino.
Se Santa Teresa sonhou “abrasar, abraçar e levantar apostólica e missionariamente o mundo”, se tinha o desejo forte e largo de ser missionária “desde a criação do mundo até à consumação dos séculos” (5) , era graças à contemplação do Deus vivo, em Jesus.
3. Beleza da santidade
Contactar com os sinais de uma vida como a de Teresa do Menino Jesus é interpelação para a santidade. Uma santidade que não nos afaste da vida concreta, mas encontre “pequenas vias” de abandono confiante à acção de Deus em nós.
A interpelação contemplativa da Carmelita reforça a nossa decisão de encontrar uma arte da oração na pedagogia da santidade, necessária para o novo milénio, como pediu João Paulo II (6) . O diálogo de amor filial com Deus Pai é a forma de crescimento orante, assim descrito por Teresa: “um impulso do coração, um simples olhar lançado para o céu, um grito de gratidão e de amor, tanto no meio da tribulação como no meio da alegria” (7) . Será este compromisso orante que abrasará como fogo de amor os santos, os missionários, os doutores da Igreja e que levantará a mundo (8).
Agora, do céu, em comunhão de santos, partilha do trabalho permanente do Pai. É um sinal para nós neste início de milénio, que nos exige a irradiante beleza da santidade, verdadeiro e novo impulso para a missão.
Conclusão
A visita das relíquias deverá constituir momento para revigorar o sentimento religioso cristão, através da inserção da visita em actos litúrgicos próprios, adaptados a valorizar dimensões específicas do carisma teresiano, como meio de prolongar a vida litúrgica da Igreja, ao proporcionar alimento de uma piedade centralizada na vida sacramental (9).
Convidamos todos os cristãos a acolher este dom, estas “pétalas de uma rosa desfolhada” como vestígios luminosos de uma vida atraída totalmente por Deus, encantadora pela beleza da sua interioridade e atravessada pelo amor misericordioso de Deus. Vivendo e morrendo de Amor, qual coração da sua vocação e missão na Igreja, impelirá pela visita, bem preparada em todas as dioceses, para que as comunidades cristãs se lancem a “fazer amar o Amor, o Amor misericordioso”, no coração da não crença, na expressão de Pio XI.
Deus misericordioso e compassivo,
que através da vossa serva Teresa de Lisieux
nos oferecestes um exemplo vivo de abandono à vossa vontade
e de total disponibilidade para dar transparência
ao vosso plano de salvação,
permiti a cada um de nós dar maior lugar à dimensão orante da vida cristã,
suscitai nos corações dos jovens desejo de optar pela vida contemplativa
e fazei crescer a nossa consciência missionária,
neste início do novo milénio.
Fonte: Santa Teresinha do Menino Jesus
Todos podemos partir da nossa pequenez e debilidade para nos abandonarmos à purificação do amor misericordioso de Deus e nos deixarmos modelar pela sua vontade. A Palavra de Deus é para Teresa do Menino Jesus o sacramento de Jesus de Nazaré que está vivo no Evangelho. Beber desta fonte viva iluminou os passos da sua vida. A Palavra de Deus foi fogo que lhe queimou o coração, constituiu o pão espiritual de cada dia. Assim acolhia, conservava e expressava em testemunho as palavras do Amado. O zelo do Amor contemplado devia abrasar o mundo. Jesus foi para Santa Teresinha o companheiro, o “livro vivo”, o Mestre onde aprender a “Ciência do Amor” ou conhecer o “carácter de Deus”. Foi no Evangelho que a Doutora da Igreja cimentou a via da clareza simples, humilde e atraente que somos convidados também a percorrer.
Esta perita na “ciência do amor” viveu do inefável mistério da Eucaristia e alimentou em Jesus eucarístico a energia da sua caridade. Desejava nunca perder da sua vida a presença de Jesus, implorando “Ficai em mim, como no sacrário” (2) . Comungar Jesus era o melhor remédio para curar a miséria humana e a força para comunicar a confiança em Deus, para manter no coração a sua presença paterna e materna.
2. Evangelizar a partir do amor
Da atracção do amor de Deus contemplado em Jesus, do mergulhar no oceano infinito do seu amor, resulta, na espiritualidade de Teresa do Menino Jesus, a irradiação transparente, a necessidade interior de corrermos ligeiros, abrasados pelo Amor (3) .
Da abertura radical a Deus partiu a largueza de horizontes apostólicos da Igreja, atenta a pessoas sem esperança e sem fé. Teresa de Lisieux, proclamada padroeira das missões em 1927, interpela a Igreja para uma evangelização que parta do amor, que se desgaste no anúncio do Amor misericordioso de Deus, em abertura total à confiança nele e pelo método de ardente comunhão com os não crentes.
A forma como Santa Teresa é padroeira das missões ajuda-nos a compreender o sentido profundo da obra missionária que não é pura persuasão, mas experiência jorrante do coração da Igreja que ama. Teresa do Menino Jesus captou que os apóstolos não proclamariam o Evangelho, que os mártires não derramariam o seu sangue se este coração não ardesse. Bastou compreender que o amor é tudo, que atravessa o tempo e os espaços. Percebeu como na clausura de uma pequena cidade se pode estar presente por todo o lado. Porque ao amar com Cristo, ela estava no coração da Igreja.
Na tarefa missionária, os temores são vencidos se “navegarmos nas ondas da confiança e do amor”. Se partirmos do amor não apenas avançaremos, mas antes voaremos (4) . A liberdade do anúncio, sem perturbação, é voo destemido dos que se sabem amados e se lançam confiantes nas vias altas de serem mensageiros do Reino.
Se Santa Teresa sonhou “abrasar, abraçar e levantar apostólica e missionariamente o mundo”, se tinha o desejo forte e largo de ser missionária “desde a criação do mundo até à consumação dos séculos” (5) , era graças à contemplação do Deus vivo, em Jesus.
3. Beleza da santidade
Contactar com os sinais de uma vida como a de Teresa do Menino Jesus é interpelação para a santidade. Uma santidade que não nos afaste da vida concreta, mas encontre “pequenas vias” de abandono confiante à acção de Deus em nós.
A interpelação contemplativa da Carmelita reforça a nossa decisão de encontrar uma arte da oração na pedagogia da santidade, necessária para o novo milénio, como pediu João Paulo II (6) . O diálogo de amor filial com Deus Pai é a forma de crescimento orante, assim descrito por Teresa: “um impulso do coração, um simples olhar lançado para o céu, um grito de gratidão e de amor, tanto no meio da tribulação como no meio da alegria” (7) . Será este compromisso orante que abrasará como fogo de amor os santos, os missionários, os doutores da Igreja e que levantará a mundo (8).
Agora, do céu, em comunhão de santos, partilha do trabalho permanente do Pai. É um sinal para nós neste início de milénio, que nos exige a irradiante beleza da santidade, verdadeiro e novo impulso para a missão.
Conclusão
A visita das relíquias deverá constituir momento para revigorar o sentimento religioso cristão, através da inserção da visita em actos litúrgicos próprios, adaptados a valorizar dimensões específicas do carisma teresiano, como meio de prolongar a vida litúrgica da Igreja, ao proporcionar alimento de uma piedade centralizada na vida sacramental (9).
Convidamos todos os cristãos a acolher este dom, estas “pétalas de uma rosa desfolhada” como vestígios luminosos de uma vida atraída totalmente por Deus, encantadora pela beleza da sua interioridade e atravessada pelo amor misericordioso de Deus. Vivendo e morrendo de Amor, qual coração da sua vocação e missão na Igreja, impelirá pela visita, bem preparada em todas as dioceses, para que as comunidades cristãs se lancem a “fazer amar o Amor, o Amor misericordioso”, no coração da não crença, na expressão de Pio XI.
Deus misericordioso e compassivo,
que através da vossa serva Teresa de Lisieux
nos oferecestes um exemplo vivo de abandono à vossa vontade
e de total disponibilidade para dar transparência
ao vosso plano de salvação,
permiti a cada um de nós dar maior lugar à dimensão orante da vida cristã,
suscitai nos corações dos jovens desejo de optar pela vida contemplativa
e fazei crescer a nossa consciência missionária,
neste início do novo milénio.
Fonte: Santa Teresinha do Menino Jesus
PHN! O que é? Como nasceu?
Tudo começou quando fui convidado a apresentar um programa de TV com o título: Resgate Já, que mostrava o que a Igreja estava fazendo em favor dos mais nescessitados em ambientes como: presídios de segurança máxima, casas de apoio ao portador do vírus HIV em fase terminal, febéns, cadeias públicas, lares para crianças e para idosos, casas para recuperação de drogados, vi muita gente renascer, morrer, se converter, se reconciliar, ressurgir das cinzas. Chorei com eles, ri, rezei, me fiz amigo, vi muitos chegarem e partirem e depois de um tempo ali com eles Deus colocou no meu coração a seguinte inspiração: “Ensine a esses jovens a dizerem não ao pecado” para que não precisem pagar no seu próprio corpo aquilo que eu ja paguei no meu.
Na época eu convivia muito com as pessoas que lutavam contra álcool, os irmãos do “AA” que diziam “ só por hoje, só por hoje serei sóbrio”.
Quando olhei para aqueles jovens nas cadeias, casas de apoio, presidios, me compadeci e passei a entender que DEUS tinha algo de concreto e especial para eles e com certeza era o “PHN”.
Na mesma época, o nosso Pai Fundador, Padre Jonas Abib, pregava para o Brasil o tema: “Santos ou Nada”. Na mesma época a então, Banda Canção Nova, havia encerrado suas atividades e nos estávamos em retiro por tempo indeterminado, e foi nesse tempo que Deus me deu a inspiração de compor uma canção de nome “Restauração” que contém a frase “Por Hoje Não,por hoje eu não vou mais pecar”.
O Pe. Jonas pregou pela primeira vez o PHN pois ele acompanhava “tudo” isso de perto e eu começava a cantar essa inspiração .
Houve um acampamento de jovens na Canção Nova e eu preguei. E pela primeira vez preguei o PHN e encerrei cantando a música “Restauração”, o nome da pregação é: “Deus levanta uma juventude PHN”.
Foi simplesmente fantástico, nasceu com força, com simplicidade, concreto e fácil de entender, era simplismente dizer a cada dia um não ao pecado, pois o dia de ontem não existe mais e o dia de amanhã não existe ainda, eu só tenho o dia que se chama hoje e é para ele que vou me dedicar dando o melhor de mim.
Assim nasceu a proposta do PHN, e tem levado muitos jovens e adultos a redescobrirem o gosto pela luta contra o pecado e nunca contra o pecador. Acordar todo dia com a disposição de colocar qualidade no falar, pensar, sentir e agir não dando espaço ao mal que estraga amizades, casamentos, namoros…
O Pe. Jonas pregou pela primeira vez o PHN pois ele acompanhava “tudo” isso de perto e eu começava a cantar essa inspiração .
Houve um acampamento de jovens na Canção Nova e eu preguei. E pela primeira vez preguei o PHN e encerrei cantando a música “Restauração”, o nome da pregação é: “Deus levanta uma juventude PHN”.
Foi simplesmente fantástico, nasceu com força, com simplicidade, concreto e fácil de entender, era simplismente dizer a cada dia um não ao pecado, pois o dia de ontem não existe mais e o dia de amanhã não existe ainda, eu só tenho o dia que se chama hoje e é para ele que vou me dedicar dando o melhor de mim.
A cada não que dou ao pecado equivale a milhares de sins a Deus, e as pessoas que amo e que também me amam. São muitas as possibilidades de sermos felizes, porém, para isso acontecer efetivamente, para ser duradouro, é necessário não vincular esse desejo de ser feliz ao pecado.
Tem gente que por remorços do passado, e por medo do futuro vivem um péssimo dia de hoje… Ah que pena que dá, pois quem vive assim se pré-ocupa e quem se pré-ocupa vive desocupado, porque não dá pra se ocupar com algo que já passou ou algo que ainda virá.
Escrito: Por Dunga da Canção nova
Enviado: Por Anderson Carlotto de São Paulo
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